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PUC | Outros Cursos

Outros Cursos

Crises e Dilemas das Democracias no Século XXI (21 horas)

Introdução

Turbulências políticas e econômicas no Brasil e no mundo revelam que a democracia está em crise e que os partidos políticos tradicionais não conseguem dar respostas aos anseios da sociedade. Essa problemática começa a se delinear nos anos 1970 e tornar-se mais profunda após a crise de 2008. A economia não tem crescido no mesmo ritmo de antes nos países ocidentais, empregos são perdidos pelas inovações tecnológicas e os intensos fluxos migratórios provocam posições divergentes na sociedade. Esses fatores  revelam, na sociedade brasileira e no mundo democrático, tendências à polarização do debate político, déficits de apoio e confiança nas instituições políticas da democracia, o ressurgimento dos populismos – na política e na economia –, além da crescente taxa de desalento vivenciada pelas poucas perspectivas de crescimento econômico e geração de empregos. A fragmentação do conflito social, alicerçado pelos novos movimentos sociais, igualmente veem-se enfraquecidos, seja pela dinâmica própria da sociedade e de uma nova cultura do capitalismo, seja pela pouca evidência de que essas formas de lutas socioculturais venham a ter impacto no âmbito do processo decisório e político do Estado.

Tal dinâmica com frequência fortalece visões autoritárias e populistas.

Para analisar este cenário, é preciso ter claro que o enfraquecimento da democracia não se mais dá por rupturas bruscas e sim pelo enfraquecimento, muitas vezes provocado pelos próprios detentores do poder, das estruturas institucionais de controle. São exemplos desse último aspecto, o enfraquecimento dos mecanismos de controle social (como, por exemplo, os conselhos de políticas públicas) e de accountability.

Claramente, no mundo contemporâneo, há um enfraquecimento das instituições democráticas e das possibilidades de diálogo – o que, no limite, deixam entrever processos de desgaste e enfraquecimento dos aspectos representativos e participativos nas democracias contemporâneas.

Público Alvo

– Público interessado em geral;

– Alunos e/ou ex-alunos de cursos de graduação (bacharelado ou licenciatura): Ciências Sociais; Relações Internacionais; Comunicação Social; Economia; Administração; Educação; Serviço Social; Direito; Filosofia;

– Aluno e/ou ex-aluno de curso de pós-graduação (lato e/ou stricto sensu): nas áreas acima citadas.

Metodologia

– O curso será ministrado através de aulas síncronas, via Zoom, tomando-se por base as questões colocadas como ementas de cada aula.

– As aulas serão gravadas e disponibilizadas na plataforma Moodle da PUC-rio, por até 2 meses após o término do curso.

– Serão indicados alguns autores e alguns artigos veiculados pelas revistas nacionais (Scielo, por exemplo).

– Adicionalmente serão apresentados dados de surveys nacionais e estrangeiros de forma a demonstrar como institutos de pesquisa vêm medindo e interpretando a qualidade da democracia.

– Como recursos complementares sugeriremos livros, capítulos de livros e/ou artigos sobre as temáticas acima listadas.

Lugar de Mulher é na Política (12 horas)

Introdução

A participação feminina na política é muito baixa no Brasil. O país ocupa a posição 140 em índice que compara a presença de mulheres no Parlamento em 189 países. Tal cenário tem razões estruturais e graves consequências nas políticas públicas. Conhecer o processo histórico e os tópicos contemporâneos centrais é fundamental para compreender a relevância do tema em suas diversas variáveis (incluindo raça e classe) e as falhas na garantia da equidade de gênero no país. O tema é de interesse de toda a sociedade e impacta no desenvolvimento, nos índices de violência e na desigualdade econômica.

Objetivo

Apresentar um panorama da luta das mulheres pela conquista de direitos e as principais transformações do debate ao longo dos anos.

Pontos essenciais:

O início do movimento feminista, a luta pelo voto, o questionamento sobre o papel da mulher na sociedade, as transformações dos anos 1960, o debate sobre raça e classe e as novas estratégias de atuação nas ruas e redes. América Latina e a perspectiva decolonial.

Público-Alvo

Estudantes, pessoas que trabalham no terceiro setor e com atividades políticas, interessados no tema em geral.

Metodologia

Aulas ao vivo pela plataforma Zoom. A gravação ficará disponível após as aulas. Aulas expositivas e recursos audiovisuais disponíveis no ambiente de  aprendizagem online.